
Danny Boyle pasteuriza a pobreza a ponto de transformá-la em diversão?
Excelente a crítica Pablo Villaça sobre Quem quer ser um milionário?. Ele insere o longa de Danny Boyle no conceito da "cosmética da fome", várias vezes utilizada para rechaçar algumas produções nacionais. A análise de Pablo sai, até certo ponto, defasada - quase todo mundo já tinha escrito algo sobre o filme -, provando que, quase sempre, o tempo é aliado do crítico. De nada adianta se esforçar para ser o primeiro a postar impressões sobre uma obra se estas não vão além de obviedades. Também é curioso notar que muitos dos que aplaudem Quem quer ser um milionário? reclamam da produção cinematográfica brasileira, que insiste em mostrar o que o Brasil tem de pior... Coincidência?
O link para a crítica do Pablo.
